sábado, 30 de outubro de 2010

Casa Nostra em Fortaleza!

Ex-magrinha, ex-bailarina, ex-vegetariana.... hummm já sabe no que isso resultou: uma pessoa boa de garfo! E sabendo que tenho amigas de outros estados (que luxo!) resolvi colocar UM dos meus restaurantes prediletos.



Casa Nostra localizado na Av. Senador Visgílio Tavora, 1800, fone: 3261-1820.


A comida é deliciosa, bem sofisticada, muito farta. Os pratos são individuais mas servem dua pessoas perfeitamente, e olha que eu sou uma Magali!
O Penne al Marinara é tuuuuuudoooooo!
Tem umas entradas divinas com pães artesanais feitos com ervas finas hummmmm morri!






Olha só a combinação! Inchei...
Mas inchei feliz!
Ah Dona Stella bem geladinha, um bom papo com amigos, um carinho do namoridinho, um segredinho de liquidificador na orelha e assim vai ate altas horas...
Tem vida melhor?

Outras fotos...




Bem... para quem mora aqui ou está de passagem é uma boa opção!

PS: Sonho em acertar fazer esse embrulhinho nos guardanapos aqui do apê !

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Equilíbrio

Comer, rezar e amar...não há nada de mais gostoso que ler esse livro em uma tarde de domingo balançando em uma redinha na varanda tomando suco de abacaxi com hortelã. Devia ser incluído na lista de livros do 3º ano (!!!) claro...sim...com certeza. Já que é nessa idade que nossos primeiros namoros ocorrem, e, inevitavelmente, nossos primeiros erros.



Como eu queria ter aprendido um simples lição: O amor não é algo de fora para dentro e sim de dentro para fora. E que eu, certamente, não tinha a razão do mundo toda dentro da minha (àquela época) "chapada" barriga.



Teria sofrido menos aos 18 anos se soubesse que aquele meu primeiro amor não seria o último, embora eu dissesse que era amor eterno (exageraaaaaaaada!!), o que eu dizia em nada tinha a ver com o que realmente iria acontecer. Porque simplemente eu ainda não poderia saber o que iria acontecer (!!). Ignorava que acima de mim havia forças divinas ( àquela epóca eu achava que quem mandava em mim era eu!!!! e olha que eu sequer me sustentava financeiramente).



Hoje, prester a me tornar Balzaquiana, aprendi que amar é  seguir em uma barco muito tranquilo, onde tudo converge à favor do que é bom, correto. Quando o amor chega não faz qualquer esforço, ele simplesmente CHEGA!




Adoro o trecho do livro onde menciona que a autora sempre se transformava em uma "xerox" dos seus relacionamentos, porque vivia em função deles, por eles e para eles. Um dia também fui assim. Hoje gosto de ser independente, gosto de sair com amigas, gosto de ser dona única e exclusivamente de mim. Gosto de deixar quem eu amo livre e feliz. Gosto de dizer que sou fiel e que quem eu amo é fiel, eis que tem todas as oportunidades do mundo para ir embora e não vai...fica aqui comigo! Gosto do cheiro de liberdade que traduz companheirismo voluntário.



E tal qual Liz Gilbert eu, hoje, escolhi ser amada e cuidada. Cuidei do enorme buraco de canhão que trazia no peito. Cansei de fugir de mim mesma, aprendi a me perdoar e me aceitar. E assim, como mágica, deixei de achar que minha felicidade estaria exclusivamente em outra pessoa, aprendi à fracioná-la em mim, na familia, nos amigos e até nos meus bichos. Deixei de cultivar um relacionamento "vampiro", possessivo, angustiante e infeliz. Sei perfeitamente estar na minha  própria companhia, e até prezo muito por ela. É cada diálogo...Tenho ciência do que me deixa triste, feliz, ressentida, do que tenho medo, das minha mágoas.. e diante disto posso administrar com mais destreza suas consequências em minha vida cotidiana. Deixei de ser a-menina-carente-de-pais separados-desesperada por um príncipe encantado que viria para suprir tudo isso. Ufa! E como eu cobrava dos meus namorados viu!

Uma coisa é uma coisa, e, outra coisa, claro, é outra coisa!

Hoje sei sentir a diferença, sei ouvir e compreender a voz do coração, sei ter equilibrio emocional. Sei o lugar de minhas necessidades e não estrapolo o de nenhuma. Não tenho mais crises de carências nem quero que me dêem mais do que posso dar.

É isso...

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Minha tão esperada audiencia!

Será que todos sabem que sou uma completa idiota? Essa é minha frase mental enquanto estou em plena Audiencia de Conciliação com todos esperando por minha resposta...



Depois de anos de ligações com cobranças indevidas e uma negativação (háiiiii morri!) do meu nome eis que o advogado da parte "picareta" OI paggo me oferece 500 reais! Ãaaaaaa "como é que é meu amigo?" Não resisti...
Falei:



"-Meu amigo 500 reais não vale nem a metade dos remédios para dor de cabeça e da vergonha que passei tentando explicar que eu nada devia e que o logotipo do SPC beeeeemmmm grande no meu nome junto à Caixa Economica Federal era mero engano! 500 reais não vale nem esse relógio que tenho (ahhhhh bicha má!!!).

Acalma, acalma Lili... resmungou minha mente já nervosa temendo a enxaqueca...eles não tem culpa, são meros funcionários e advogados!

Respirei...havia esquecido de respirar na hora e sorri, meu sorriso mais sem graça.

Não aceito...

Contra proposta:

- E 1.000 lhe satisfaz...

Eu:

Não é questão de satisfazer, A ESTRATÉGIA é atingir a Empresa OI naquilo que lhe é primordial: o lucro.

NÃO ACEITO CONCILIAR COM A EMPRESA OI.

PS: Bem que minha mão ficou dormente quando viu o bolinho de cem reais perfazendo 1.000, mas mantive a liderança e ordenei-a para parar.


Quero ver, aliás, veremos no que vai dar...

domingo, 17 de outubro de 2010

Mal e a omissão

                   Assisti a um Seminário de Criminologia na Escola de Magistratura do Estado do Ceará sexta-feira. Dentre os vários assunto ouvi uma frase que está martelando minha mente até agora. Eis:
" O mal não deseja sua ação e sim somente sua omissão" . Dentro do constexto acadêmico do curso é bastante aceitável a afirmação....mas...como mente inquieta que sou, no próprio seminário comecei à categorizar a frase. Aliás categorizar é realmente coisa de mente maluquinha neh! (Mas... saiu e não gosto de corrigir semanticamente o texto!) O problema é que eu tenho como politica de convivência o respeito pelos opiniões, atitudes e decisões alheias e isso me faz, muitas vezes, calar diante de coisas que eu considero pragmaticamente erradas. Dai fiquei a perguntar-me até quando meu silêncio é uma forma de incentivo ou mesmo colaboração com o que considero errado. Quanto às pessoas que amo, será que com meu silêncio eu não provoco a sensação de concordância? Fiquei mal...remoí durante todo fim de semana.



E desde quando o que acho é o certo? Ah com certeza isso não! O que fazer? Quando alguém me pedir uma opinião o que falar? Muitas vezes fico calada com meus pensamentos, muitas vezes até inicio um questionamento mas, quando vejo que irei magoar, já desisto, porque ninguém gosta de escutar aquilo que muitas vezes não é seu pensamento, vivemos em um mundo em que é mais fácil falar aquilo que se deseja ouvir. Até quando isso é uma atitude condenável diante das pessoas que amo! E quem me garante que esse alguém despertador do "certo" serei Eu...hummm logo eu que detesto me indispor com alguém, hummm  logo eu que me questiono à todo instante sobre meus acertos e erros! Ou essa minha atitude seria mesmo egoísmo de não preocupar-se verdadeiramente com as pessoas. Glumpt (barulho do "engolindo seco"). O que sei é que se o mal precisa apenas da omissão... e as vezes ele tem o meu sim. Tenho que adimitir. Continuarei a pensar...